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Pelas ruas de Bogotá

11 mar

Nossa primeira parada de volta à América do Sul foi em Bogotá, e nosso primeiro passeio foi o Cerro de Monserrate, onde foi construído um monastério e hoje atrai religiosos, curiosos e turistas para admirar Bogotá do alto.

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*suspiro

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Tendas de comida em Monserrate.

Também tivemos a sorte de chegar no mesmo período da FILBo (Feria Internacional del Livro de Bogotá), e o país homenageado da vez era o Brasil. Tinham exposições de ilustradores brasileiros, mesas redondas com escritores brasileiros e dois viajantes também brasileiros felizes por se sentirem tão bem acolhidos e mais perto de casa.

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Santiago Nazarian, o mediador Mauro Ventura, Daniel Galera e João Paulo Cuenca.

A cidade é repleta de grandes museus, praças lindas, cafés incríveis, livrarias, feiras de rua, além de muita facilidade para ir a todos esses lugares.

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Museo del Oro

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Museo Botero

Bogotá tem uma vista maravilhosa de quem está a mais de 2.600m de altitude, toda rodeada de prédios com tijolinhos aparentes, o que deixa a cidade mais charmosa. É onde fizemos amigos queridos e tive a felicidade de comemorar meus 28 anos.

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Aproveita e faz um pedido pra vir pra cá!

Pelas ruas da Cidade do Panamá

26 set

Nossa última parada pela América Central foi na capital do Panamá. Mesmo que seja conhecida como grande centro de negócios e bom lugar para compras, nós escolhemos um outro lado da cidade para conhecer.

Casco Antiguo

Pela Avenida Amador

Curiosidade: os tão famosos “Chapéus Panamá” são, na verdade, feitos no Equador. Mas parece até que dá em árvore por aqui!

Canal do Panamá em Balboa

A Cidade do Panamá e região têm muitas contradições (como praticamente toda a América Latina): prédios modernos, hotéis de luxo e cassinos têm como vista o bairro histórico e vice-versa; mulheres com trajes tradicionais dentro de grandes shoppings; caos no centro da cidade contrastando com a uma das maiores obras da engenharia. Talvez essa falta de definição seja a identidade – e o encanto – do lugar.

Pelas ruas de San José

31 jul

Nossa passagem pela América Central segue agora pela Costa Rica. Conseguimos cumprir nossa proposta de mostrar algo fora do lugar comum, mas como tínhamos pouquíssimo tempo, tchau praias e reservas lindas de cartão postal…

Um passeio bem legal é conhecer o Museo de Arte y Diseño Contemporáneo. O prédio é de uma antiga fábrica de licores e fica na parte histórica do Centro da cidade.

Para quem estiver de carro ou com um anfitrião gente finíssima (que foi o nosso caso), vale a pena visitar ali perto o Cerro de la Muerte. Este simpático nome foi dado porque lá faz muito frio, e quem se perdia e não conseguia voltar à cidade, morria congelado durante a noite. Apesar da lenda, o lugar é muito bonito e tranquilo, e a maior diversão é ver vaquinhas e cumprimentar todos os moradores por onde passa.

No fim da tarde, já estávamos voltando à cidade. Ninguém queria ficar para comprovar a fama que deu nome ao morro!

Pelas ruas de San Salvador

19 jun

Já chegamos à capital de El Salvador com contato e convite. O estudante de design Daniel Fernández nos chamou para falar do Projeto Nosotros na Universidad José Matías Delgado. Estávamos preparados para falar do projeto, mas não para a linda recepção que tivemos.

Chegando à faculdade, vimos cartaz da nossa visita e uma sala cheia de alunos de todos os períodos. E foi assim que nosso “conversatório” virou uma palestra.

Nosotros e a coordenadora Lisseth Meléndez, com nossos certificados em nome da universidade e dos estudantes.

Nossa ida à UJMD rendeu também um passeio. Junto com alguns alunos, fomos a Santa Tecla, cidade muito próxima de San Salvador.

Lá tinha uma feira à noite de antiguidades e artistas locais, que reuniam muita gente pela rua cheia de bares e incrementadas pelo festival Grito Rock que acontecia ali perto.

Podemos dizer que, muito mais que parques ou pontos turísticos, nossa viagem a El Salvador foi marcada pela beleza das pessoas. Muito obrigado a todos os salvadorenhos que nos receberam tão bem!

Pelas ruas da Cidade da Guatemala

28 mai

Começamos agora uma parte da viagem que não tínhamos a menor ideia do que esperar. A América Central era realmente um mistério para nós, mas exatamente por isso não podíamos deixar de ir e registrar o que vimos.

Ainda mais quando a surpresa é positiva!

O Centro Histórico da Cidade da Guatemala é muito bonito, cheio de edifícios antigos em volta do Parque Central. A praça dá um ar de túnel do tempo, com vendedores de milho para os pombos e senhores fotógrafos resistindo à era das cyber shots.

Mas claro que não vimos só prédios antigos e história. A capital tem uma vida jovem muito ativa e também é uma grande cidade de negócios.

Mesmo sem ter contatos por lá, não foi difícil achar um ótimo criativo. E a partir dele, abriram-se muitas portas para um cenário da América Central que não está nos jornais ou nos guias de viagem.

Só aqui, já já. :)